Desenhos da Disney para assistir (e rir) sozinho!

Se você, assim como eu, não tem uma companhia para ver desenhos, mas adora eles mesmo assim, vai adorar esse post. Nele, separei alguns desenhos que são ótimos para ver sozinho em uma tarde relax, sem nada para fazer, em que você não quer pensar muito, só rir e curtir, esparramado no sofá!

Sou uma Disneymaníaca de carteirinha, a ponto de ter duas playlist’s com mais de 150 músicas, no Spotify, só com temas de desenhos da Disney e da Pixar, ou seja, adoro ver desenhos e passo metade do dia cantarolando trilhas em português e em inglês, as vezes até me irrita hahaha

Organizei a lista do mais novo para o mais velho, e pesquisando para escrever o post até me surpreendi com a data original de lançamento de alguns deles.

Então vamos aos escolhidos:

1. Frozen (2014)

Quem não conhece Frozen? Impossível nunca ter ouvido “lérigou, lérigou” hahah Está aí um desenho que eu sei todas as músicas de cor e salteado, em português e em inglês, e adoro reouvi-las sempre. O desenho é inspirado no conto dinamarquês, A Rainha da Neve, conta a história das princesas de Arendelle e trata sobre como o amor pode superar todos os problemas por mais impossíveis que eles possam parecer. Pra mim, quase não é um desenho para crianças, pois, a moral é muito intensa e a luta da Elsa contra seu eu real, tentando sempre ser quem o mundo exige que ela seja, é muito emocionante. Choro mesmo, ‘tô nem vendo! hahaha

2. Rei Leão 3 – Hakuna Matata (2004)

Como não amar O Rei Leão? E como não amar Timão e Pumba? Então nada mais perfeito do que um Rei Leão todinho contando a história dessa duplinha de mais. Nesse terceiro Rei Leão, Timão e Pumba contam suas histórias e seu ponto de vista sobre os acontecimentos de O Rei Leão 1 e 2, como se eles estivessem dentro de um cinema assistindo os dois filmes, apontando onde eles estavam em cada momento. É risada na certa com os comentários do Timão e as inocências de Pumba. Eu adoro de mais esses dois e quando esse desenho foi lançado corri para ver e não me arrependi!

3. A Nova Onda do Imperador (2001)

Em 2001 eu tinha meus 10 aninhos, mas acho que só assisti A Nova Onda do Imperador quando chegou na locadora (sim, locadora!), uns dois anos depois. Nunca gostei muito do Selton Mello, mas a voz dele no Imperador inca Kuzco ficou muito engraçada. A história conta como um imperador arrogante, enfeitiçado por sua conselheira, Yzma, por engano (o plano era matá-lo para ficar com seu lugar), se torna uma lhama e precisa da ajuda de Pacha, um camponês cuja casa Kruzco queria destruir para construir seu palácio de verão, para desmascarar Yzma e retomar seu trono. Mais uma lição da Disney de como quem faz o mal se dá mal hahah e como pessoas más podem mudar e se tornar pessoas boas com o poder da amizade. As loucuras dessa lhama fresca são muito engraçadas, não tem como não rir muito com ele.

4. Mulan (1998)

Mulan é um caso de amor antigo, para mim. Acredito que ele saiu em VHS em 2000, mais ou menos, e foi quando ganhei de presente do meu pai. Naquela época a boneca da Mulan estava bombando e sofro até hoje por não ter tido uma hahahaha Conta a história de uma garota que não se encaixava nas regras de seu mundo e que, para proteger seu pai, se disfarça de homem e se apresenta em seu lugar para a guerra que a China trava contra os Hunos. Adoro a Mulan, ela é forte, corajosa, desastrada e sofre por não se encaixar no estereótipo “mulher educada e calma para agradar a família e conseguir um bom marido”. Acho que foi a primeira princesa, de que me lembro, que não viveu nenhum conto de fadas lindinho, com castelo, sapatinho de cristal e príncipe encantado. É uma história de superação, que mostra que você pode ser quem você quiser e que o mundo vai ter que te aceitar assim, basta se esforçar muito para isso. Em Mulan não te garanto muitas risadas, só um pouco com o Mushu vai haha mas vale muito a pena ver.

5. Hércules (1997)

Tá, agora estou começando a forcar a linha do tempo de vocês, né? haha Assiti Hércules pela primeira vez em 1999, acho, mas fez tanto sucesso que virou desenho matinal e por vários anos eu assistia de manhã antes de ir pra escola e era apaixonada por essa musiquinha do vídeo. Até hoje escuto ela no Spotify e lembro muito das aventuras do desastrado Hércules. Particularmente amo histórias que envolvam mitologia, grega ou romana, por isso, sou apaixonada por Percy Jackson, mas Hércules foi minha primeira paixão mitológica. A história de Hércules a maioria conhece. Um semi deus, filho de Zeus, deus supremo do Olimpo, que enfrenta 12 trabalhos para se tornar um herói. Cara, como o Hércules é engraçado, desastrado e maluco. Adoro histórias com personagens desastrados, acho que me identifico com eles haha.

6. Pocahontas (1995)

Vencedor do Oscar de melhor trilha sonora e melhor canção original, Pocahontas conta a história de uma princesa índia, filha do chefe da Powhatan, que se apaixona por um dos colonos britânicos da expedição que chega no litoral americano do norte em busca de ouro. Foi a primeira animação da Disney inspirada em uma personagem que realmente existiu. A lenda de Pocahontas tem muitas versões e a maioria não é tão bonita como a da Disney. Ela viveu apenas 22 anos e e além de nunca ter se apaixonado por John Smith, tinha apenas 11 anos quando o salvou da morte por parte de sua tribo. Aos 17 anos, em uma visita a Inglaterra, Pocahontas é presa e obrigada a se casar com um comerciante local como preço por sua liberdade. Eles tiveram filhos, não se sabe ao certo quantos, e aos 22 anos, Pocahontas morre, precocemente, de uma doença desconhecida.

Curiosidade: Pocahontas era um apelido da índia que inspirou a história, e significava “menina mimada”

Por que, então, gosto tanto de uma história ligeiramente inspirada em uma mulher real e que não foi feliz como a Pocahontas da animação? Difícil explicar, mas o que mais me encanta em Pocahontas é a trilha sonora, e a mensagem de paz entre os povos, igualdade e luta por aceitação por um relacionamento completamente fora dos padrões para ambos. Pelo que se conta da real Pocahontas, o que mais a ressentia era a falta de paz entre seu povo e os colonizadores e isso na animação acontece. Vejo a história da Disney como um tributo a real Pocahontas, como a história que ela deveria ter tido, que ela merecia ter tido. É fantasioso? É, mas é uma forma bonita de se lembrar de alguém que foi tão importante para o povo na época. Acredito que se fosse hoje, a Disney teria escrito de outra forma, teria retratado o sofrimento de Pocahontas, mas ainda assim, a mensagem da Pocahontas de 1995 é muito bonita.

7. A Bela e a Fera (1991)

Ahhhhh Bela, minha princesa preferida. Ela é um pouco avoada, ok, mas ainda assim, sob muitos aspectos, é a princesa que mais gosto. Foi a primeira animação a concorrer ao Oscar de melhor filme. A animação é baseada no conto de fadas homônimo, se passa no interior da França do século XVIII , e conta a história de um príncipe que foi amaldiçoado, por sua falta de amor no coração e que precisa conseguir amar e ser amado, antes de seu vigésimo primeiro aniversário, ou então será “fera” para sempre. Por um infeliz acaso, o pai de Bela acaba prisioneiro da Fera e Bela se oferece como prisioneira no lugar do seu pai, para salvá-lo. E dai em diante, só assistindo para saber! Apesar de algumas pessoas falarem que a Bela tem Síndrome de Estocolmo hahahah eu gosto muito dela e mais do que da história, gosto da trilha sonora. Me identifico com ela quanto a não se encaixar bem e amar livros. Se nunca viu, em que mundo você vive? vale ver. Foi lançado no ano em que nasci.

8. Aristogatas (1970)

Me recuso a acreditar que Aristogatas é de 1970! ME RECUSO! Como assim, gente? Estou muito chocada! hahaha Aristogatas foi a última produção aprovada por Walt Disney antes do seu falecimento e levou 4 anos para ficar pronto. Assisti muito esse desenho quando era pequena, era minha segunda animação preferida! Conta a história de uma gata da aristocracia francesa, Duquesa, e seus três gatinhos, Toulouse, Berlioz e a princesinha, Marie. Quando o mordomo, Edgard, descobre que a dona dos gatinhos, Madame Adelaide Bonfamille, deixará toda sua fortuna para eles, ele os sequestra e abandona no interior da França, sozinhos e longe de casa, eles contam com a ajuda de um gato de rua, Thomas O’malley, e toda sua turma, para voltar para casa e desmascarar o malvado Edgard. Primeiro de tudo: são gatinhos! Como não amar gatinhos? Segundo: são gatinhos franceses! Cheios de requinte e gingado! Certamente todos vocês já conhecem a Marie! Então, como assim, não sabem de onde ela veio! É pra assistir já! 😉

9. Os 101 Dálmatas (1961)

Esse post me trouxe muita informação, e informação chocante, minha gente! 1961! Os 101 Dálmatas tem praticamente a idade do meu pai! PAUSA PARA DIGERIR A INFORMAÇÃO! “Cruella, cruel, Cuella, cruel, é mais traiçoeira, que uma cascavel! Em suas veias só circula fel, Cruella, Cruella, cruel!” Quem não conhece essa música? Não ouse me dizer que não conhece, me sentirei muito velha! haha Em 1996 o desenho chegou as locadoras brasileiras, com título diferente do original de 1961, que era “A guerra dos dálmatas”, e foi quando conheci essa belezinha! Conta a história de uma casal, Anita e Roger, que possuem um casal de dálmatas, Prenda e Pongo, e da amiga de infância de Anita, Cruella De Vil. Cruella é obcecada por casacos de pele e seu sonho é possuir um casaco de pele de dálmatas. Quando Prenda dá a luz a 15 filhotinhos, Cruella tenta comprá-los, porém Roger não permite. Obstinada, Cruella, manda roubar os filhotes e se dá inicio uma cassada de Prenda e Pongo por seus 15 filhotes e para salvar os outros 84 filhotinhos que estão presos, esperando o triste fim de virar casaco para a cruel, Cruella! São filhotes gente, filmes com filhotes dispensam explicações! hahaha

10. Alice no País das Maravilhas (1951)

Ok, esse não me deixou surpresa! Eu sempre soube que Alice era de 1951! Toda vez que meu pai alugava “Alice no país das maravilhas” eu assistia várias vezes por dia, até a hora de devolver, indo comer ou tomar banho só quando parava pra rebobinar (bons tempos!) A história de Alice se tornou um dos maiores clássicos das animações do mundo e não há ninguém que não conheça o enredo da menina que, ao perseguir o Coelho Branco, cai em um buraco e acaba no País das Maravilhas. Charles Lutwidge Dodgson, sob o pseudônimo de Lewis Carroll, escreveu um dos livros de fantasia de maior sucesso das história. Mas o mais curioso é que na época do seu lançamento, Alice no país das maravilhas, não alcançou o sucesso esperado, a imprensa da época criticou-o abertamente pelas modificações em relação ao livro original e o estúdio Disney não ficou nada satisfeito com o alcance do filme. Alice, hoje, dispensa apresentações, dispensa convites, apenas exige que você assista, pois é, até hoje, um dos clássicos mais aclamados dos estúdios Disney! Você ri, se emociona e se diverte muito, ainda hoje, com as aventuras de Alice, no país das maravilhas!

E aí pessoal, já conheciam todos? Acho que quem é da década de 80/90 provavelmente já tenha visto todos eles, mas a maioria merece ser vista de novo, e de novo, e de novo…

Qual a escolha de vocês para o fim de semana? Me contem aqui embaixo nos comentários!

EXTRA: Em meio as pesquisas para o post, esbarrei com O Camundongo, um blog super incrível com muita coisa legal sobre a Disney! Vale o click 😉

Me sigam no snapchat em decarvalhoaline, se inscrevam na barra lateral para receber as atualizações do blog diretinho no seu e-mail, em primeira mão e me siga nas redes sociais:

Facebook | Twitter | Instagram | Google Plus | Pinterest | YouTube

Beijos e até segunda! 😉

Aline de Carvalho

Sempre amei falar, até descobrir que teclar era falar para lugares onde minha voz não chegava. Paulistana clássica, adoro um shopping, mas esqueço do tempo mesmo é nas livrarias. Vivo com fones nos ouvidos e um livro no nariz, perdida no meu mundinho particular e é ele que divido com vocês aqui, no Vinte e Poucos Anos.

2 Comments

Me conta o que você achou: